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Começa uma nova fase na Associação Brasileira de Imprensa Internacional, a nossa querida ABI Inter. Digo nova fase, porque estamos com diretoria renovada. Vamos caminhar na gestão 2018/2020 com foco em novos projetos e oportunidades, além da manutenção e aprimoramento dos excelentes trabalhos já realizados. A palavra-chave é "Comunique-se"!

A ABI Inter tem três frentes de atuação que precisam e devem ser exploradas no âmbito institucional, comercial e empresarial. Tudo para resultar num impacto definitivo no relacionamento e na comunicação com o mercado. Nossas ações serão efetivas para garantir a construção de atributos e experiência, para angariar e deixar satisfeitos os associados. Lembrando sempre do propósito e posicionamento desta relevante instituição.

A experiência nestes anos de ABI Inter nos mostrou o quão necessário é atuar em defesa dos profissionais da mídia. Por isso, vamos agir diretamente na construção de valores e na promoção dos veículos de comunicação. Com a certificação de uma imprensa que se valida da apuração e verdade dos fatos, vamos manter com afinco a premiação dos destaques na área.

Uma nova ferramenta para melhorar a visibilidade da Associação Brasileira de Imprensa Internacional foi implementada no início desta gestão com a criação de um site que renova os canais de comunicação com o associado e com a comunidade, estabelecendo uma maior proximidade e uma troca contínua de informações. Nesse mercado digital, vamos incrementar nossos múltiplos pontos de contato também através das redes sociais, como por exemplo Instagram, Facebook e Linkedin.

O objetivo é manter os pilares dos 5 C's - conceito, conteúdo, compatibilidade, contexto e coerência. Com a rica experiência da ABI Inter acumulada nestes longos anos de trabalho, vamos manter vívida a imagem da associação com a abertura de novas possibilidades. Participe com reivindicações e sugestões. A nossa força está na nossa união.

 Marco Alevato

ESTÁ DADA A LARGADA PARA A VOTAÇÃO DOS ASSOCIADOS da ABI-INTER NO PRESS AWARD 2018. OS VOTOS PODERÃO SER FEITOS ATÉ O DIA 21 DE ABRIL. CONCORREM A ESTA PREMIAÇÃO OS SEIS MAIS VOTADOS EM CADA CATEGORIA COMFORME VOTAÇÃO POPULAR.

OS NOMES ESTÃO EM ORDEM ALFABÉTICA. Só podem votar associados da ABI Inter e só será aceito um voto por cada pessoa conforme e-mail do associado.

NO FINAL DE CADA CATEGORIA HÁ A OPÇÃO "NENHUMA DAS ALTERNATIVAS". FOI ACRESCENTADA PARA A VOTAÇÃO DOS ASSOCIADOS DA ABI INTER A CATEGORIA QUE CONCORRE AO RECONHECIMENTOS ABI INTER para JORNAIS, REVISTAS, RADIO/WEB RADIO, TV/ WEB TV e AGÊNCIAS/PRODUTORAS. Caso o nome de sua empresa não esteja entre os indicados nesta categoria entrar em contato com a ABI Inter pelo email info@abiinter.org.

Só serão produzidos os prêmios das empresas e dos associados em dia com a associação. Como de costume os prêmios do Press Award só serão entregues se a pessoa (ou empresa) que ganhou estiver presente ou enviar uma pessoa como representante.

Depois do voto do associado, o Board of Directors da ABI-Inter confirmará a votação, divulgando o resultado final no site www.abinter.org, por e-mail e no Facebook/ABI inter.

PRÊMIOS ABI-INTER / PRESS AWARD 2017 / VOTO DO ASSOCIADO

Concorrem a esta premiação os associados à ABI-Inter. A lista abaixo apresenta os 6 finalistas do voto popular em ordem alfabética.

Seu voto só será válido se você votar em todas as categorias. Cada associado pode votar uma única vez. Efetue a sua votação marcando um "x" ao lado de sua opção em cada categoria. No final de cada categoria há a opção "nenhuma das alternativas". Os votos poderão ser feitos até o dia 21 de abril.

O Conselho de Ética da ABI-Inter, através deste documento, estipula normas, critérios e princípios que serão observados e regerão a conduta básica do funcionamento deste conselho, buscando a sua preservação dos princípios éticos, integridade e defesa de seu funcionamento. 

Este regulamento estipula e apresenta os termos, obrigações e direitos dos membros e associados da ABI-INTER, de acordo com parecer e aprovação dos 7 (sete) membros do atual Conselho de Ética, eleito em conjunto com a atual diretoria, fixando assim princípios, para se adequarem, a todas as clausulas do atual do estatuto da entidade, sem portanto contrariá-lo ou descumprir aquilo até então foi estipulado, quando da última Assembleia Geral, realizada em Fort Lauderdale, em maio de 2014.

Este Código Ética foi criado para justificar as decisões do referido Conselho de Ética facilitando a conduta profissional dos membros da referida entidade, entendendo e praticando as ações responsáveis, coerentes que possam engrandecer, fortalecer a sua imagem e da classe representada, esquivando de qualquer atitude que venha ou possa de alguma forma comprometer aquilo para qual foi criada e estabelecida como representante máxima da mídia comunitária brasileira no exterior.  

Antes de definirmos os pontos que regerão e que serão observados pelo Conselho de Ética em seu dia a  dia e no cumprimento de suas funções aqui estabelecidas pelo estatuto da ABI-Inter e por normas do Conselho de Ética é necessário que seja entendida o que significa a palavra ETICA.

A palavra ETICA vem do grego ethos e significa caráter, comportamento. Seu estudo é centrado na sociedade e no comportamento humano a partir das reflexões que começaram na antiguidade nas teorias filosóficas de Demócrito e Aristóteles, que acreditavam na ética como meio de alcançar a felicidade. Com o passar do anos a ética passou a ser interpretada a partir dos mandamentos documentados nas leis sagradas.

Ser ético passou a ser o comportamento de como agir dentro dos padrões convencionais procedendo bem e não prejudicando o próximo de nenhuma maneira.

Ser ético é observar, cumprir e fazer cumprir os valores estabelecidos por uma  sociedade na qual um elemento vive e faz parte, assim como grupos de diferentes classes, podendo e devendo criar uma serie de normas que possam guia-los na prática de suas atividades.

Ética professional é portanto o conjunto de normas de conduta que podem espelhar a consciência do profissional de uma determinada categoria, classe ou grupo passando a representar os princípios imperativos de seu exercício ou na prática de uma profissão.

Ter ética profissional é cumprir com zelo, respeito a todas as atividades concernentes a uma profissão, observando os princípios estabelecidos por esta classe profissional, ou de uma organização ou de uma associação ou por seus representantes quando no exercício da mesma.   

Assim, o Conselho de Ética, parte integrante da ABI-Inter através do presente documento, cria um manual de ética que observa os princípios básicos da profissão.  Este manual tem como objetivo a busca da conjugação saudável de seus membros para que praticados, com coerência venham proporcionar o seu desenvolvimento baseados no bom senso, na honestidade, na responsabilidade e na competência dos seus associados e membros.

Código de Ética Profissional da ABI Inter

Este Código de Ética Profissional foi criado, em conjunto com ideias, princípios e aprovação dos sete membros do Conselho de Ética, eleitos com o objetivo de se fazer  observar um  conjunto de normas éticas, aqui estabelecidas que devem ser seguidas pelos profissionais no exercício e desempenho de suas atividades e quando de seus trabalhos, membros desta entidade.

De comum acordo, foi elaborado e aprovado pelo referido Conselho, que representa, observa, orienta e fiscaliza aatuação de todos membros e associados da entidade, quando no exercício da profissão.

O presente código de Ética possui normas e princípios que devem ser observados pelos profissionais de mídia, independentemente da função ou cargo que ocupem, uma vez que membro ou associado da referida associação, aceita como comum senso. A fiscalização do cumprimento das normas estabelecidas neste código é atribuição dos todos os membros da referida associação, individualmente ou em conjunto, para o ideal funcionamento da referida associação.

Os infratores ou desrespeitosos do presente Código, sujeitar-se-ão às penas disciplinares previstas pelas leis e artigos do atual Estatuto e o farão depois da notificação da diretoria da entidade baseados em documento feito através do encaminhamento de denúncia feita diretamente a Diretoria. Em seguida do assunto deve ser encaminhado ao Conselho de Ética para um parecer e ação de medidas cabíveis, tais como advertência por escrito, suspensão ou exclusão do associado, caso estas medidas se façam necessárias. 

A Comissão de Ética decidirá se a denúncia é aceita e fundamentada ou não, depois da apresentação das provas cabíveis,  determinando  que providências devam ser tomadas por votação de seus membros, seu arquivamento, ou tornando pública sua decisão do referido conselho, se necessário for.

A solicitação de providencias por atitudes de qualquer membros ou associado da entidade pode partir de  iniciativa de qualquer cidadão, jornalista ou não, membro ou não, instituição atingida, que tenha a sua honra atingida. 

A denúncia deve ser apresentada por escrito e enviada à Diretoria Executiva da ABI-Inter e ao Conselho de Ética, com provas que corroboram o fato, solicitando providências cabíveis para que seja apurada a existência de transgressão cometida por um determinado associado.

A aplicação de qualquer penalidade deve ser precedida de prévia defesa do membro infrator para que o mesmo se explique, se defenda e apresente fatos que justifiquem uma determinada postura.  Assim fica de acordo tudo proposto e estabelecido neste documento a ser observado pelos membros e associados da ABI-Inter.

Sobre a integridade professional dos membros ou associados da ABI-Inter

O papel social do jornalista e/ou comunicador social, demanda que a profissão mantenha padrões altos de integridade, recusando qualquer tipo de trabalho que possa denegrir a imagem da classe, buscando a integridade da profissão não permitindo que o professional aceite qualquer forma de suborno em função de qualquer interesse privado que vá de encontro ao bem-estar geral.

Sobre a responsabilidade social  

A responsabilidade social de um profissional da mídia requer que ele haja em as todas as circunstâncias de acordo com uma consciência ética pessoal, entendendo que a informação é compreendida como bem social e não como comodidade, o que significa que o profissional não está isento da responsabilidade em relação à informação transmitida, sob qualquer circunstância.  

É dever do profissional da mídia:

  • Divulgar todos os fatos que sejam de interesse público;
  • Lutar pela liberdade de pensamento e expressão;
  • Defender o livre exercício da profissão;
  • Valorizar, honrar e dignificar a profissão;
  • Opor-se ao arbítrio, ao autoritarismo e à opressão, bem como defender os princípios expressos na Declaração Universal dos Direitos do Homem;
  • Combater e denunciar todas as formas de corrupção, em especial quando exercida com o objetivo de controlar a informação;
  • Respeitar o direito à privacidade do cidadão;
  • Prestigiar as entidades representativas e democráticas da categoria;

O professional de comunicação e membro ou associado da ABI-Inter não pode:

  •  Submeter-se a diretrizes contrárias à divulgação correta da informação;
  • Frustrar a manifestação de opiniões divergentes ou impedir o livre debate;
  • Concordar com a prática de perseguição ou discriminação por motivos sociais, políticos, religiosos, raciais, de sexo e de orientação sexual;

Da responsabilidade profissional do profissional da mídia

O profissional da mídia deve:  

  • Ouvir sempre, antes da divulgação dos fatos, todas as pessoas objeto de acusações não comprovadas, feitas por terceiros e não suficientemente demostradas ou verificadas, tratando com respeito todas as pessoas mencionadas nas informações que divulgar.
  • O profissional deve permitir o direito de resposta às pessoas envolvidas ou mencionadas em sua matéria, quando ficar demonstrada a existência de equívocos ou incorreções.
  • Deve pugnar pelo exercício da soberania nacional, em seus aspectos político, econômico e social, e pela prevalência da vontade da maioria da sociedade, respeitados os direitos das minorias.

PORTANTO:

É ético:

  • observar o pensamento que busque julgar o comportamento humano, baseado naquilo que pode ser considerado certo e errado, justo e injusto, ou em defesa do ser humano na busca do caminho da virtude, da verdade e uma melhor convivência nas relações justas;

É ético:

  • a prática do pensamento que procure manter a ordem social não divulgando fatos oportunistas, infundados e mentirosos que possam causar mal a terceiros ou a uma sociedade.  (Ao longo da história, a ética foi fundamentadas em valores e princípios morais de uma determinada sociedade visando proteger a sociedade das injustiças e do desrespeito em qualquer esfera social, seja no ambiente familiar, profissional, social, religioso ou moral);   

É ético:

  • defender em todos os momentos a preservação, prática e divulgação da verdade visando o respeito pela vida,  integridade, lutando contra as injustiças que possam ferir a moral,  a dignidade e o dever de todos os membros de uma determinada sociedade, sendo portanto, responsável por toda a informação que divulga, desde que seu trabalho não tenha sido alterado por terceiros.

Assim, deve todo professional da classe deve evitar a divulgação de fatos com interesse de favorecimento pessoal ou vantagens econômicas, assim de caráter mórbido e contrários aos valores humanos;

É ético:

  • por parte de qualquer profissional obedecer uma série de regras de comportamento, baseadas no bom senso, no cumprimento das funções profissionais ou não, sem desrespeitar os direitos humanos. Muitos destas regras são aplicáveis à ciência que  possam delimitar as ações de cientistas para que não agridam a integridade de nenhum ser vivo no uso de suas experiências realizadas com o ser humano;

É ético:

  • não usar de forma nenhuma da influência que a profissão favorece, em benefício próprio ou de terceiros, facilidades oferecidas aos profissionais da classe como interesses exclusos, colocando em risco a veracidade e alcance do veículo que representa de forma pretensiosa, não clara e equivocada;

Entendendo que profissão de jornalista e/ou profissional da mídia é uma atividade de natureza social e de finalidade pública, subordinando ao presente Código de Ética um membro e associado tem  compromisso fundamental com a verdade dos fatos, e seu trabalho se pauta pela precisa apuração dos acontecimentos e sua correta divulgação.

Sempre que considerar correto e necessário, o jornalista e/ou profissional de mídiaresguardará a origem e a identidade de suas fontes de informação.

Por parte de profissionais da classe a sugestão da observação do respeito e dos limites das relações com os informantes de algum fato que possa se tornar noticia, garantindo o sigilo profissional da referida fonte assim como a preservação da sua total integridade;    

A defesa, o direito e o dever dos membros da mídia é de preservar a fonte sem no entanto julgar a sua culpa e participação.  (Manter o sigilo profissional é uma regra do jornalismo. Porém, em casos de ameaça à vida e honra ou quando um membro da mídia se sentir afrontado, a ABIInter  pode, se  solicitada, intervir através de seu departamento jurídico ou com a participação de toda a classe, uma vez ciente e acordada da necessidade de sua participação.)  

É ético:

  • a observação do respeito através tratamento civilizado e cortês entre os colegas de profissão com atitudes respeitáveis, zelando pela boa convivência engrandecimento da profissão, assim como os outros profissionais de toda a mídia, em todas as suas modalidades, princípios estes baseados na característica ética da profissão, em seus princípios morais,  na preservação da honra e a dignidade da profissão;

É ético:

  •  no caso da comercialização de propagandas, anúncios e outros meios como fonte de renda, recomenda-se aos membros da mídia associados ou membros da ABI-Inter, procurar usar e respeitar, e ser  fiel e se manter  atualizado em relação aos valores de seu RATE CARD (Tabela de Preços) nunca alterando os preços e valores, propositadamente ou provocando uma concorrência desleal com as mesmas características;  

É ético:

  • o não uso de material de outros veículos sem o consentimento dos mesmos, ou quando o fizer que tenha a autorização dos  mesmos, de preferência por escrito, e assim dar o devido crédito, corretamente a todos os profissionais que forneçam seus trabalhos a outros  veículos, tais como matérias, fotografias, ilustrações, entrevistas, mesmo que de forma gratuita ou não.

O referido crédito pode ser de solicitação do profissional ou não;

É ético:

  • dar importância um fato, pessoa ou situação que possa se tornar razão ou motivo de uma notícia;

É ético:

  • dar respeito aos valores universais e à diversidade de culturas zelando pelos valores universais de humanismo, acima de tudo a paz, a democracia, os direitos humanos, o progresso social, a liberação nacional, o respeito ao valor e a dignidade de cada cultura, como também o direito de cada pessoa escolher e desenvolver livremente seus sistemas políticos, sociais, econômicos e culturais, preservando e participando ativamente na transformação social através do diálogo nas relações internacionais.

É ético:

  • promover uma Nova Ordem Mundial de Informação e Comunicação  do mundo contemporâneo e nas relações  internacionais, apoiando a descolonização e a democratização no campo da informação e da comunicação, observando respeito a sua identidade cultural. Como profissional de comunicação todos os membros e associados da ABI-Inter tem obrigação especial de promover e de preservar a nossa língua e a nossa cultura em todos os níveis  nutrindo as relações calmas e amigáveis entre os povos.

Os veículos de comunicação brasileiros da Ásia, Estados Unidos e Europa apresentam o melhor do jornalismo comunitário e transcultural fora do Brasil. Muitos desses veículos estão associados à ABI Inter, Associação Brasileira de Imprensa Internacional. Segue abaixo a lista das mídias associadas à ABI Inter para o ano de 2014. Se o seu veículo ainda não está associado, visite a página ASSOCIE-SE para sabercomo ser sócio da ABI Inter.

AMÉRICAS

Estados Unidos
AçãoVoip Mídia System
www.radioacaovoip.com 
Acontece Magazine
www.acontece.com 
Alô Você Magazine
www.alovocemagazine.com 
Bazar Boston
www.bazarbostonnovo.com 
Brasileiras & Brasileiros Jornal
www.jornalbb.com 
Brasil Rádio Orlando
www.brazilradio.xyz 
Brazilian Times
www.braziliantimes.com 
Brazil Now USA
www.facebook.com/BrazilNow 
Brazil USA Media Group
www.brazilusamagazine.com 
Brazil USA Fort Myers Magazine
www.brazilusamagazine.com 
Brazil USA Orlando Magazine
www.brazilusamagazine.com 
Brazil USA Suncoast Magazine
www.brazilusasuncoast.com 
Brazuka TV Productions
www.brazukaproductions.com 
Canal Brazil TV
www.facebook.com/canal-brazil-tv 
Circuito em Orlando
www.circuitoemorlando.com 
DB4 Creative
www.db4.com.br 
Facebrasil Magazine
www.facebrasilmagazine.net 
FJ Productions
www.fjproductions.com 
Gazeta Brazilian News
www.Gazetanews.com 
Guia Brasil América
www.guiabrasilamerica.com 
Jornal dos Sports USA
www.jornaldossportsusa.com 
LavTV Studio
www.lavtv.net 
Nossa Radio USA 1260 AM Boston
www.nossaradiousa.com 
Nossa Radio USA 1400 AM Flórida
www.nossaradiousa.com 
Orlando Em Revista
www.orlandoemrevista.com.br 
PMM Plus Media & Marketing
www.pmmsite.com 
Programa Maas Alegria
www.facebook.com/maasalegria 
Programa Tudo Mara
www.tudomara.com 
Revista Linha Aberta
www.linhaaberta.com 
Rit TV
www.rittv.com.br 
Sobre Rodas
www.sobrerodasusa.com 
The Brasilians
www.thebrasilians.com 
VLM Press
www.vlmpress.com 

Brasil
Saúde Animal
www.saudeanimal.com.br 
TV Bandeirantes
www.band.com.br 

ÁSIA
IPC World – (Japão)
www.icpword.co.jp 

A ABI Inter, Associação Brasileira de Imprensa Internacional, é uma associação sem fins lucrativos, fundada em 2007, para reunir profissionais da imprensa escrita, televisiva e radiofônica, além de outras mídias. A entidade foi criada em decorrência da necessidade de se estabelecerem padrões éticos e profissionais à categoria jornalística fora do Brasil e de dar representatividade à imprensa brasileira no exterior. Um dos principais objetivos da ABI Inter é reunir o maior número possível de associados, para que possamos ganhar mais força e credibilidade em todos os países. Nossa meta é representar e agregar toda mídia brasileira que atua fora do Brasil.

Missão

Reunir, agregar, representar e zelar pela ética da imprensa brasileira no exterior.

Visão

Mostrar a força da imprensa brasileira fora do Brasil, reunindo o maior número de profissionais e veículos de comunicação em língua portuguesa no exterior e  zelar pela ética jornalística entre profissionais e veículos de comunicação brasileiros fora do Brasil.

Meta

Ter um cadastro que reuna o maior número de profissionais e veículos de comunicação no exterior e ter um código de ética que represente os interesses da imprensa brasileira fora do Brasil.

Por que divulgar o seu produto ou serviço na mídia brasileira? Conheça um mercado de mais de 3 milhões de brasileiros que vivem fora do Brasil. Segundo estimativas do Ministério das Relações Exteriores do Brasil, os 10 países onde moram mais brasileiros emigrantes são:

  • 1º. Estados Unidos: 1.200.000 
  • 2º. Paraguai: 500.000
  • 3º. Japão: 300.000
  • 4º. Reino Unido: 150.000
  • 5º. Portugal: 147.500
  • 6º. Itália: 132.000
  • 7º. Espanha: 110.000
  • 8º. Alemanha: 46.000
  • 9º. Argentina: 38.500
  • 10º. França: 30.000

Brasileiros No Exterior

Abaixo,  seguem algumas matérias que falam sobre a comunidade brasileira no exterior.

2,5 milhões de brasileiros vivem fora do país 

ANA FLOR, da Folha de S.Paulo, em Brasília
04/07/2004 - 02h50 

Cerca de 2,5 milhões de brasileiros vivem hoje fora do país. O contingente é o maior já registrado no Brasil e tem na crise econômica e na busca por melhores condições de vida suas principais causas.

A estimativa é oficial. Foi elaborada pelo Ministério das Relações Exteriores do Brasil. Os números incluem tanto as pessoas que estão no exterior legalmente quanto aquelas consideradas ilegais pelas autoridades locais --que são classificadas pelo Itamaraty de "irregulares".

Formalmente, há 1,8 milhão de brasileiros fora do país. São pessoas que emigram e informam voluntariamente à embaixada ou ao consulado brasileiro sua localização no exterior.

O Itamaraty chegou aos 2,5 milhões de emigrantes considerando estatísticas elaboradas pelos países que acolhem os brasileiros e dados referentes à movimentação consular dos brasileiros ilegais. Ainda que não se registrem formalmente na embaixada, esses brasileiros vêem-se forçados a buscar assistência consular no momento em que querem casar-se, registrar seus filhos ou emitir procurações para parentes no Brasil.

Uma faceta comemorada pelo governo é a colaboração econômica dos emigrantes. Segundo Manoel Gomes Pereira, diretor das Comunidades Brasileiras no Exterior do Itamaraty, os brasileiros vivendo no exterior são responsáveis pela injeção de cerca de R$ 5,8 bilhões na economia brasileira por ano.

Em 2003, o Banco Central do Brasil registrou um envio de R$ 2,9 bilhões. O restante, segundo Pereira, são quantias trazidas pessoalmente ao país ou enviadas por amigos.

"São compatriotas que deveriam ser recebidos com tapete vermelho, champanhe e caviar", brinca Pereira.

Mais da metade dos brasileiros que decidem morar no exterior escolhe os Estados Unidos como principal destino. O Paraguai, o Japão e Portugal vêm logo em seguida.

Pé-de-meia

O perfil das pessoas que decidem deixar seu país é variado. Segundo Pereira, são tanto profissionais com nível acadêmico elevado quanto pessoas de regiões economicamente deprimidas.

As razões podem ser a procura por empregos especializados e mais bem remunerados ou a busca do tradicional pé-de-meia para voltar ao país com estabilidade financeira.

"A grande maioria não emigra com a intenção de permanecer [fora do Brasil]", diz Pereira.

No exterior, a imagem do brasileiro é a de um trabalhador dedicado. De acordo com Pereira, além de trabalharem bastante, os brasileiros são considerados receptivos, ordeiros e bem integrados culturalmente.

O crescimento das comunidades brasileiras no exterior não é visto com maus olhos pelo Itamaraty. "As emigrações são um fenômeno humano", diz Pereira. "Na pré-história, éramos nômades".

A simples análise do número de pessoas registradas em embaixadas e consulados do Brasil e em outros países mostra uma saída crescente de brasileiros do território nacional.

Em 1996, estavam registrados nos Estados Unidos menos de 600 mil brasileiros. Em 2003, o número havia pulado para quase 720 mil --uma média de 16 mil brasileiros a mais em solo americano a cada ano.

O diplomata crê que os países procurados pelos trabalhadores irregulares tenham maior preocupação com a manutenção de uma política migratória ordenada do que com os empregos que essas pessoas ocupam. "A existência da loteria do "green card" é uma prova de que até os EUA precisam de imigrantes", diz Pereira.

Japão tem a terceira maior comunidade brasileira no exterior

IPCdigital.co, com informações da Ag6encia Brasil, de Brasília
19.7/2008

Com cerca de 315 mil brasileiros, o Japão tem a terceira maior comunidade brasileira no exterior, atrás dos Estados Unidos e do Paraguai. No entanto, ao contrário do que se vê na maior parte dos principais destinos, duas características chamam a atenção nesse grupo de migrantes brasileiros. A primeira é o fato de que quase 100% deles estão regularizados no Japão. Isso acaba levando à segunda grande característica: a maioria ou é descendente ou cônjuge de japoneses.

"No início do século 20 os japoneses vieram para o Brasil e depois de quase um século, na verdade a partir de meados da década de 1980, seus descendentes, filhos e netos, começam a ir para o Japão novamente", diz a professora Elisa Massae Sasaki, da Universidade de Campinas (Unicamp).

De acordo com ela, essa relativa homogeneidade entre os migrantes ocorre, em parte, pelo fato de ser necessário comprovar a ascendência ou o casamento com um descendente de japonês para se ter o visto permanente. "O Japão se considera uma sociedade homogênea etnicamente, uma língua, uma nação, mas esse discurso é desafiado pela entrada de novos e cada vez mais variados estrangeiros", afirma Sasaki.

Desde o início dessa migração, os chamados dekasseguis (em japonês "trabalhar fora de casa") têm ocupado postos de trabalho na indústria manufatureira. "Os japoneses se recusam a trabalhar nesse setor, considerado atividade de baixa qualificação e de pouca possibilidade de ascensão profissional", explica.

Atualmente, eles se concentram na Ilha Principal, Honshū, particularmente nas províncias de Aichi e Shizuoka, onde se concentram manufaturas especialmente do setor automobilístico, e Nagano, onde há indústrias de componentes eletrônicos.

Se no início os dekasseguis tinham a expectativa de ficar no país temporariamente, hoje a presença se tornou mais permanente. Elisa Sasaki destaca que cerca de 25% da comunidade, ou em torno de 78 mil imigrantes brasileiros, têm visto de permanência. Isso gera uma das principais demandas: educação para os filhos.

"Hoje a gente já encontra uma presença cada vez maior de jovens brasileiros, ou que foram pequenos ou que já nasceram lá", diz. E complementa: "das grandes questões na área da educação, uma é se você vai ensinar à la brasileira ou à la japonesa, qual o sistema educacional que você vai escolher", o que depende, segundo ela, do projeto de vida de cada família que está lá.

Apesar de no Japão praticamente não haver políticas, especialmente em nível nacional, para a integração dos imigrantes, a comunidade desenvolveu formas de adaptação e integração. Uma é a imprensa étnica. A professora Sasaki informa que existem cerca de 50 publicações, com quatro jornais bem sucedidos: International Press, Jornal Tudo Bem, Nova Visão e Folha Mundial. Isso além de empresas importadoras de produtos brasileiros, bares, restaurantes, TV e mesmo escolas brasileiras.

Para conhecer um pouco mais quem são os brasileiros que vivem em outros países e as necessidades dessas pessoas, o Ministério das Relações Exteriores organizou a 1ª Conferência sobre as Comunidades Brasileiras no Exterior. Com o slogan  "Brasileiros no Mundo", o encontro ocorre hoje (17), no Rio de Janeiro, e tem o apoio da Fundação Alexandre de Gusmão (Funag).

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Diretor:
Para referência, o Membro Individual (Free-Lancer) deverá indicar um dos veículos para o qual presta serviços.

Valor da Anuidade:
Anuidade: $50,00. Inclui 1 carteirinha. O membro não está VINCULADO a nenhum veículo de comunicação. Trabalha como Free-lancer.

Áreas de Atuação:
Envie uma foto 3X4 ou 5X6 em boa resolução, para colocar na Carteirinha de Sócio da ABI-Inter.
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Jornalista Lucas Mendes, homenageado do jornal The Brasilians no Brazilian International Press Awards, fala da importância da notícia local no mundo globalizado.

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